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Red pill, misoginia e a infantilização da mulher
O discurso red pill gosta de se vender como lucidez. Como se seus porta-vozes tivessem coragem de dizer o que ninguém quer ouvir. Como se estivessem apenas “enxergando a realidade” sobre relacionamentos, masculinidade e comportamento feminino. Mas a verdade é mais simples e menos glamourosa: por trás da pose de racionalidade, existe um discurso atravessado por ressentimento, controle e desprezo pela mulher adulta. Não se trata de uma leitura profunda sobre as dores dos homen
há 15 horas


A Vida Não Me Atrasou, Ela Me Lapidou
Por muito tempo convivi com a sensação de estar correndo contra o tempo, atrasada perante as comparações que eu mesma fazia. Aos 17 anos comecei estudar para o vestibular de medicina, e a aprovação veio, mas acompanhada de uma ressalva que eu não consegui sustentar na época. Para realizar meu sonho, eu teria que me mudar de cidade, no começo fui tomada pela emoção da aprovação e me deixei levar pelo êxtase. Mas quando a realidade bateu na porta, eu tive que encarar e admitir
16 de abr.


Israel: entre o sagrado e a guerra
Este é apenas um registro pessoal de uma experiência vivida e de uma percepção atual. Quando conheci Israel, em 2013, foi de uma forma totalmente despretensiosa. Uma viagem de amigos. Encontrei paisagens lindas, mas, mais do que isso, um lugar verdadeiramente sagrado. Caminhar pelas ruas da cidade antiga, por onde Jesus teria passado, foi um momento inesquecível. Visitar igrejas, sinagogas e mesquitas, todas tão próximas e, ao mesmo tempo, tão carregadas de significado, torna
10 de abr.
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