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Um convite para (re) conhecer quem já amamos
O filme O Convite nos deixa claro que os relacionamentos não têm como base apenas a paixão ou a atração mútua. Para seguir e sustentar uma relação, precisamos de mais. Há que se compreender que a base de qualquer vínculo é o diálogo, mas, mais do que isso, é perceber como esse dialogo se transforma com o tempo. As conversas mudam. Os interesses mudam. As formas de demonstrar afeto mudam. As pessoas mudam. A questão é: você consegue sustentar a realidade que se impõe? Ou, mel
há 1 dia


E se a minha vida fosse um filme…
Quem seria eu nessa história? A mocinha injustiçada em busca de um grande amor? A vilã, ferida na infância, movida por uma constante busca por vingança? Ou, quem sabe, apenas a figurante na cena do restaurante, escondida atrás dos protagonistas, fingindo não existir? Talvez, se eu contasse a minha história, eu a classificaria como uma comédia romântica, cheia de belos cenários, um bocado de cenas hilárias e a busca constante por um final feliz. Mas não só isso. Se a minha vid
21 de ago.


O erro nunca foi acreditar
Toda bolha financeira nasce com o mesmo defeito de fabricação: só é reconhecível depois de estourar. Enquanto dura, não tem esse nome. Tem outro: futuro, progresso, a vez em que finalmente "é diferente". O economista John Kenneth Galbraith batizou o mecanismo de "a extrema brevidade da memória financeira", a experiência passada, quando é lembrada, sendo descartada como o refúgio primitivo de quem não sabe reconhecer as maravilhas do presente. É por isso que ninguém, dentro de
14 de ago.
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