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O Diabo Veste Prada 2: Miranda voltou

  • Foto do escritor: Convidados
    Convidados
  • há 8 horas
  • 1 min de leitura

O Diabo Veste Prada 2 tinha tudo para dar errado. Mexer em um filme tão icônico normalmente termina em decepção e excesso de nostalgia forçada. Mas aqui funciona.


Miranda Priestly volta exatamente como deveria. Elegante, fria, afiada e com aquela presença absurda de quem domina qualquer ambiente sem precisar levantar a voz. E talvez o mais engraçado seja admitir que continuo me inspirando muito nela desde sempre. O que provavelmente explica alguns traços da minha personalidade.


O filme entende bem o momento atual da moda, agora completamente tomado por redes sociais, influência digital e gente desesperada para parecer relevante o tempo inteiro. Ainda assim, Miranda continua parecendo mais poderosa do que todo mundo ao redor.


A participação de Anna Wintour na ação promocional, inspiração por trás da personagem, deixa tudo ainda mais simbólico. É quase impossível assistir sem abrir um sorriso naquele momento.


No fim, o filme entrega exatamente aquilo que precisava entregar. Moda impecável, diálogos ácidos, caos elegante e Miranda Priestly sendo, mais uma vez, impossível de ignorar.


Autora: Heloisa Felchak

Arte por: Matheus Vaz


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